Tabaco e Alcoolismo
Prazeres destrutivos da saúde e do copo
DROGAS
A) O TABACO
O tabaco é o único agente que, não sendo bactéria ou vírus, pela extensão dos seus malefícios, adquiriu carácter pandémico e, como tal, é uma verdadeira epidemia – proclamada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
A OMS informou que 1,2 mil milhões de pessoas em todo o mundo são dependentes do cigarro, o equivalente a um terço da população adulta. A epidemia tabágica produz maior número de mortes que a cocaína, heroína, álcool, incêndios, acidentes de carro, homicídios e AIDS somados.
O tabaco é nocivo à saúde porque contém milhares de substâncias tóxicas. Após uma tragada, a nicotina é absorvida e distribui-se por quase todo o organismo. Ela chega ao cérebro em 9 segundos. Nenhuma outra droga age com tal rapidez no nosso sistema nervoso.
Os poluentes do tabaco, tais como nicotina, monóxido de carbono, elementos cancerígenos, etc., dispersam-se homogeneamente no ambiente, de tal forma que os não-fumadores que estejam próximos acabam por inalar as mesmas quantidades de nicotina e monóxido de carbono.
Malefícios do Tabaco
Pelo menos 25 doenças estão comprovadamente associadas ao cigarro. Conheça os prejuízos que ele pode causar ao organismo:
- Cérebro – risco de derrame triplicado.
- Pulmão – bronquite, enfisema, asma, infeções virais e pneumonia.
- Circulação – maior risco de trombose, doença vascular periférica, inflamação dos vasos e gangrena.
- Rins – substâncias inaladas causam insuficiência renal e cancro.
- Bexiga – risco de cancro elevado 3 vezes.
- Ossos – mulheres na pós-menopausa correm maior risco de osteoporose.
- Aparelho digestivo – provoca cancro de estômago, pâncreas e esófago, azia, gastrite e úlcera.
- Sistema reprodutor –
- Mulheres: cancro do colo do útero e bexiga, menopausa precoce, menor lubrificação vaginal, diminuição de desejo sexual e infertilidade.
- Homens: dificuldade de ereção, ejaculação precoce, diminuição do desejo sexual.
- Coração – aceleração dos batimentos cardíacos eleva o risco de enfarte; dobra a morte por doenças cardíacas.
- Laringe – cancro, laringite crónica e rouquidão.
- Boca – mau hálito; nicotina inflama a gengiva e alcatrão escurece os dentes.
- Nariz – o alcatrão reduz a capacidade olfativa. Perda do fôlego e sinusite.
- Pele – alteração na coloração e envelhecimento precoce.
A Nicotina
A nicotina, C10H14N2, é o alcalóide da planta do tabaco, Nicotiana tabacum, e deve parcialmente o seu efeito estimulante à sua influência excitante sobre os recetores acetilcolinérgicos do sistema nervoso central, estando alguns dos quais situados nas extremidades nervosas do sistema dopaminérgico mesolímbico, pelo qual é estimulado o fornecimento de dopamina neste sistema. A nicotina é um líquido amarelado e oleoso, responsável basicamente por duas coisas: dependência e vasoconstrição.
As substâncias presentes no fumo do cigarro, ao serem inaladas, levam menos de dez segundos para alcançar o cérebro. As moléculas de oxigénio que estão nos alvéolos “saltam” para o sangue e aderem à hemoglobina, dando origem à oxi-hemoglobina. Acontece que, no fumo do tabaco, existe um composto chamado monóxido de carbono (CO). A hemoglobina tem 200 vezes mais afinidade pelo CO do que pelo oxigénio. Resultado: no sangue do fumador existe uma quantidade importante de carboxi-hemoglobina.
A Nicotina Causa Dependência
A nicotina é o agente farmacológico do tabaco responsável pela dependência física. O processo de ação desta droga sobre o Sistema Nervoso e a dependência por ela causada é similar ao da cocaína e heroína. Além desta substância, estão presentes no cigarro outras 4729 que, apesar de não causarem dependência física, são extremamente tóxicas. É o caso do alcatrão – substância cancerígena, do monóxido de carbono, da amónia, entre outras.
A maioria das pessoas que fuma descreve uma sensação de prazer e de bem-estar. Essa sensação ocorre porque, ao atingir o sistema mesolímbico, a nicotina desencadeia uma descarga de dopamina – neurotransmissor responsável pela sensação de prazer ligada ao ato de fumar. No entanto, com o passar do tempo, o efeito desejado só é obtido com doses maiores, levando ao desenvolvimento de uma tolerância.
- O nível de nicotina tem o seu pico máximo 30 minutos após a tragada. Quando esse nível cai, a fissura (desejo intenso de fumar) aparece.
- 200 doses de nicotina por dia e 73.000 doses por ano há em cada maço fumado.
Conselhos sobre o Tabaco
Milhares de pessoas consomem diariamente milhares de cigarros, charutos, cachimbos, cigarrilhas. Muitas crianças e muitos jovens são consumidores de tabaco devido a várias causas, essencialmente sociais e comportamentais.
Algumas regras que se aplicam a todos:
- O melhor de tudo é não começar a fumar. Se pensares “mas, todos os meus colegas fumam”, sê diferente, sê original.
- Pensa nas vantagens dos não-fumadores: poupam dinheiro; têm um hálito mais fresco, têm mais tempo de vida; têm menos probabilidades de vir a ter cancro no pulmão, nos lábios, na laringe ou na faringe, e também de vir a ter alguma doença cardiovascular, ou bronquite crónica e enfisema, com insuficiência respiratória.
- Não penses “o tio José sempre fumou e durou até aos 90 anos”: isso é a exceção, a regra geral não é assim, o fumador (ou a fumadora) morre 10 anos mais cedo do que os que não fumam. Não vale a pena arriscar.
- Nunca é tarde para deixar de fumar.
O Posicionamento Cristão
1 Coríntios 6:19: “O nosso corpo foi feito para morada do Espírito Santo e não para ser explorado pelo Diabo, que quer matar, roubar e destruir.”
Testemunho de Alex Silva:
“Eu fui um fumador que apagou o último cigarro na porta da Igreja, no dia em que aceitei Jesus Cristo como Senhor e Salvador; foi a libertação instantânea, o nascer de novo.”
B) DROGAS LEVES
Droga – É todo o produto químico ou não que vicia. As drogas leves são oferecidas gratuitamente, primeiro, às portas de colégios e casas de shows; depois são vendidas aos novos viciados que se tornam escravos de Satanás, como um espírita que se torna servo do demónio que nele habita.
Quanto tempo precisa-se de usar droga para ficar viciado?
Se a afinidade for elevada, como na heroína e no crack, o poder viciante da droga é alto, e somente uma dose já pode viciar. A maconha também vicia em poucas semanas.
Cannabis Sativa (Hemp)
O cultivo do hemp teve origem na Ásia central; na China, por exemplo, existem registos do uso das fibras de hemp mesmo antes do ano 2800 a.C. O hemp é uma planta que cresce em zonas temperadas e é cortada anualmente. Pode atingir 5 metros de altura. As folhas são digitadas, e as flores são pequenas e amareladas.
Também da China vem o primeiro registo do uso da cannabis para efeitos narcóticos: no ano 2700 a.C., a cannabis era utilizada na medicina chinesa como um analgésico, anestésico, antidepressivo, antibiótico e sedativo. No decorrer da história, vários povos encontraram usos medicinais para a cannabis. Mais recentemente, no século XIX, a planta era indicada para o tratamento da gonorreia e da angina!
O uso como narcótico para fins não medicinais, entretanto, é bastante difundido no mundo inteiro, através de várias formas de consumo da erva. Marijuana, hashish, charas, ghanja, bhang, kef e dagga são algumas das maneiras que a cannabis pode ser consumida.
Hashish – O nome deriva da seção dos Mohammedan conhecidos como Hashishin ou “assassinos”, que, liderados pelo persa Hasan-e Sabba, combateram as Cruzadas nos séculos XI e XII – é a forma mais potente do consumo de cannabis (contém cerca de 15% de THC!), sendo cerca de 12 vezes mais forte do que a marijuana. Os africanos comem (misturado com bolos ou biscoitos) ou fumam o hashish; muitas vezes, utilizam o “cachimbo-d’água” para suavizar a forte fumaça. Na Índia, o hashish é preparado de uma maneira ligeiramente diferente e é chamado de charas.
Ghanja – É uma forma menos popular da cannabis; ao contrário do hashish e charas, que contém somente a resina das plantas, a ghanja é preparada também com as flores, folhas e alguns galhos da cannabis. Muitas vezes, é também transformado em uma bebida: as folhas são reduzidas a um fino pó que é macerado com água. Após a ebulição, obtém-se um líquido bastante narcótico, que também é utilizado em vários rituais hindus. É, literalmente, um chá de cannabis.
Marijuana – É a forma preferencial do consumo da cannabis no hemisfério ocidental. Consiste na mistura de várias partes da planta seca: folhas, galhos, flores e sementes. É uma forma bem branda de consumo, tal como o bhang da Índia. Tipicamente, é fumada em cigarros ou cachimbos. Ocasionalmente, entretanto, é ingerida sob a forma de chás ou cozida na forma de bolos. A potência da marijuana varia muito, em função da planta utilizada.
No Brasil, a marijuana é popularmente chamada de maconha. Este nome vem de um trocadilho com a palavra cânhamo, a forma como o hemp era conhecido pelos sul-americanos. No Brasil, após a proibição do cânhamo, inventaram uma espécie de código não ilícito para se referir à droga. A moda pegou e, hoje, a palavra é mais conhecida do que a versão original e existe até mesmo nos dicionários.
Conclusão
As drogas leves são o princípio para o uso de outras drogas mais prejudiciais para a saúde, a dependência e a ruína do corpo, alma e espírito. Deus não merece que façamos mal ao corpo que Ele criou.
ALCOOLISMO
O alcoolismo, conforme relatórios da OMS – Organização Mundial da Saúde – é uma doença hereditária, progressiva e terminal. Passa de pai para filho, aumenta em sua ação degenerativa com o passar dos anos e, se não interrompido o seu progresso em tempo hábil, mata. Mata por si só ou devido às chamadas doenças oportunistas, tal como a cirrose hepática.
Alguns Malefícios da Bebida Alcoólica no Velho Testamento
A Bíblia descreve as histórias de vários homens que se envolveram com as bebidas alcoólicas. Alguns eram maus, mas outros eram homens de fé e comissionados por Deus. O grande salmista Davi foi um homem ricamente abençoado, e devemos fazer de tudo para sermos também chamados de “homens segundo o coração de Deus”. Todavia, não devemos pensar em adulterar só porque a Bíblia relata essa triste fraqueza de Davi (Livro de Samuel). Deus permitiu e relatou a queda de Davi para que nós tirássemos lições e não fizéssemos o mesmo. Vejamos alguns desses casos:
- O CASO DE NOÉ: A Bíblia descreve os maus efeitos da bebida na história de Noé (Gn. 9:20-27). Ele plantou uma vinha, fez a vindima, fez vinho e bebeu. Isso o levou à embriaguez, à imodéstia, à indiscrição e à tragédia familiar em forma de uma maldição imposta sobre Canaã.
- O CASO DE LÓ E SUAS FILHAS: Nos tempos de Abraão, o vinho embriagante contribuiu para o incesto que resultou na gravidez das filhas de Ló (Gn. 19:31-38).
- O CASO DOS FILHOS DE ARÃO: Nadabe e Abiú entraram no templo com seus incensários, mas por terem bebido bebidas fortes, saiu fogo de diante do Senhor e os consumiu (Lv. 10).
- OS PROFETAS E SACERDOTES NA ÉPOCA DE ISAÍAS: “Mas também estes cambaleiam por causa do vinho, e com a bebida forte se desencaminham; até o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte, estão tontos do vinho, desencaminham-se por causa da bebida forte; erram na visão, e tropeçam no juízo” (Is. 28:7).
Alguns Malefícios da Bebida Alcoólica no Novo Testamento
- A EMBRIAGUEZ DOS CORÍNTIOS: A Igreja que Paulo havia recém-formado em Corinto estava, por falta de conhecimento, cometendo alguns sacrilégios. Eles estavam a usar vinho fermentado na Santa Ceia, e isso não agradou nem a Deus, nem ao apóstolo (1 Cor. 11:21). Paulo disse que isso não era digno de nenhum louvor (1 Cor. 11:17), mas sim de grande vergonha. Isso foi chamado de comer e beber indignamente (1 Cor. 11:29). Foi causa de mortes antes do tempo de alguns cristãos (1 Cor. 11:30). Esse é o lucro de uma Igreja que se deixa introduzir com o erro no seu meio.
- A BEBIDA ALCOÓLICA NA IGREJA DE ÉFESO: Na Igreja dos efésios havia, provavelmente, um grupo de crentes que não haviam recebido o batismo com o Espírito Santo, e Paulo descreve o motivo em Ef. 5:18: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito”. Esse grupo de irmãos achava normal beber e ser cristão, mas a prova de que isso é impossível é bradada por Paulo: “não vos embriagueis”. O Espírito não fica onde há sujeiras e embriaguez.
A Bíblia e o Alcoolismo
- Lev. 10:8-11: Deus impõe uma restrição ao sacerdote com relação à bebida alcoólica, com intenção objetiva de preservar sua autoridade para o ensino, ressaltando que é fundamental a separação entre o profano e o sagrado, o imundo e o limpo, aquilo que fora santificado (v. 10). Do que concluímos que a bebida alcoólica faz o homem imundo diante de Deus, tornando imperfeito o seu culto e a sua adoração.
- Prov. 20:1: O pregador define o vinho, que pelo contexto é representativo de toda a sorte de aguardente, destilados e fermentados etílicos, como escarnecedor, que não respeita limites em suas brincadeiras, referências jocosas e pejorativas, e alvoroçador, criador de contendas, asseverando que aqueles que erram nas suas bebedeiras não são sábios. A falta de sabedoria aqui é relacionada com a pouca inteligência, a postura de persistir na ignorância mesmo depois de ter sido orientado.
- Prov. 23:29-35: O texto inicia com uma série de reflexões bem significativas (v. 29) para aqueles que gostam de beber, que se demoram perto do vinho (v. 30). Em seguida, condena o vício, que antecede a dependência alcoólica, que é consequência do vício, asseverando que mesmo tendo uma aparência de prazer (v. 31), o alcoolismo é peçonhento, tem veneno mortal (v. 32), provocando alucinações, linguarejar ofensivo e destruidor do relacionamento (v. 33), enjoos estomacais (deitado no meio do mar) e desequilíbrio neurológico (dormir no topo do mastro) (v. 34). Se não bastasse, o pregador afirma que o alcoólatra amarga uma ressaca dorida e uma desavergonhada insistência no alcoolismo (v. 35), mesmo sentindo-se como que triturado pelo álcool, quando se sente melhor, volta para a cachaça. Se o alcoolismo, as bebedices, é obra da carne, e se os que praticam os desejos da carne estão mortos em seus delitos e pecados (Efésios 2:1-3), não há justificativas para um cristão insistir nesta prática nefasta e infernal que é a bebida alcoólica.
- Isaías 28:7: O profeta, ao anunciar o castigo imposto por Deus sobre Efraim e Judá, condena com veemência a prática da bebida alcoólica, ressaltando que tal prática era perniciosa, desencaminhando, tirando o povo do propósito estabelecido por Deus na Aliança, por isso, errando na visão, confundindo a visão de Deus com as alucinações alcoólicas, e tropeçando, cometendo erros grotescos ou relativizando (facilitando a convivência com o pecado), no juízo, os valores absolutos de Deus, morais e espirituais, estabelecidos na sua Palavra.
- Oséias 4:11: A Palavra de Deus assevera mais uma vez que a bebida alcoólica, em qualquer uma de suas variações ou graduação alcoólica, tira o entendimento, isto é, faz do homem um ser tal qual os irracionais.
A Teologia reconhece que somente o homem tem capacidade de raciocínio e que, nesta capacidade de pensar e de refletir, reside parte da imagem e semelhança de Deus no homem (Gn. 1:26). A consciência moral, que deriva da santidade de Deus, o espírito que nos foi soprado por Deus, fazendo-nos alma vivente, a competência do indivíduo (capacidade de tomar decisões próprias) e a reflexão constituem parte de nossa imagem e semelhança com o Criador.
A imagem de Deus é corrompida no homem pelo pecado (Rm. 1:18-25), mas Cristo morreu por nós para nos reconciliar com Deus (Rm. 5:10). Por isso, não podemos admitir a insistência de alguém que se diz salvo, mas que deseja permanecer na prática de algo que distorce a imagem de Deus em nós, visto que tal distorção é pecado, e pecado é separação entre Deus e o homem (Rm. 3:23).
Os Nazireus e o Vinho
O elevado nível de vida separada e dedicada a Deus, dos nazireus, devia servir como exemplo a todo israelita que quisesse assim fazer. Deus deu aos nazireus instruções claras a respeito do uso do vinho.
- Eles deviam abster-se “de vinho e de bebida forte” (Dt. 14:26); nem sequer lhes era permitido comer ou beber qualquer produto feito de uvas, quer em forma líquida, quer em forma sólida. Deus não queria que uma pessoa totalmente dedicada a Ele se deparasse com a possibilidade de embriaguez (Lv. 10:8-11; Pv. 31:4-5).
- Beber álcool leva, frequentemente, a vários outros pecados (tais como a imoralidade sexual ou a criminalidade). Os nazireus não deviam comer nem beber nada que tivesse origem na videira, a fim de ensinar-lhes que deviam evitar o pecado e tudo que se assemelhasse ao pecado.
- O padrão divino para os nazireus, da total abstinência de vinho e de bebidas fermentadas, era rejeitado por muitos em Israel nos tempos de Amós (Am. 2:12).
- A marca essencial do nazireado – i.e., sua total consagração a Deus e aos seus padrões mais elevados – é um dever do crente em Cristo (Rm. 12:1; 2 Co. 6:17; 7:1).
Jesus, Paulo e o Vinho
A Orientação de Paulo para Timóteo Beber um Pouco de Vinho – 1 Timóteo 5:23: O vinho, nos tempos bíblicos, não continha adição etílica e era fermentado pelas próprias características de fermentação da uva. A orientação terapêutica de Paulo a Timóteo não justifica o hábito da bebida alcoólica.
O Primeiro Milagre de Jesus – João 2:1-11: O texto em momento algum afirma que Jesus bebeu naquela festa ou que tenha distribuído a bebida autorizando a prática. Jesus mandou entregar ao mestre-sala (v. 8), que era o responsável pela festa.
A Censura a Jesus como Bebedor – Mateus 11:19 e Lucas 7:34: Deve-se ressaltar que o texto não afirma que Jesus tinha como prática usual a bebida alcoólica, mas que seus interlocutores o acusavam de ser um bebedor movido por um demónio.
A Orientação de Paulo aos Diáconos – 1 Timóteo 3:8: Paulo afirma, escrevendo a Timóteo, que pastoreava a igreja de Éfeso, que o candidato ao diaconato não deve ser dado a muito vinho, o que pressupõe a permissão para que se beba pouco vinho.
Conclusão biblica
Diz a Palavra de Deus em 1 Corintios 6.10: “Não erreis: nem os fornicadores, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.”
E em Gálatas 5:21 “Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, ácerca das quais declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”.
E em Proverbios 20.1 -“O vinho é zombador e a bebida fermentada provoca brigas; não é sábio deixar-se dominar por eles.
Por Samuel Pereira
