Motivos biblicos que impedem a mulher de ser pastora
Deus estabeleceu ordem da hierarquia humana. Quebrar o padrão divino não é sinal de separação da vontade divina.
16 MOTIVOS BIBLICOS QUE NÃO PERMITEM A MULHER SER PASTORA
O eventual pastorado feminino não pode ser uma discussão cultural ou histórica dos últimos tempos. Esta questão prática tem de ser bíblica, teológica e histórica da prática das igrejas do primeiro século.
Desde a criação, Deus estabeleceu ordem da hierarquia humana. Quebrar o padrão divino não é sinal de separação da vontade divina.
As razões expostas defendem a base escrita nas Escritura, e o ensino ordenada por Deus aos homens, sem diminuir a dignidade e o valor da mulher, mas preservando a beleza e a harmonia do desígnio divino para a Sua Igreja.
A – A CRIAÇÃO E A QUEDA
1. O homem foi criado primeiro, e Deus lhe deu a responsabilidade representativa (Gen 2.7,13; 1Tm 2.13).
2. A mulher foi criada como auxiliadora do homem. Não tem função deste. (Gen 2.18).
3. Na queda Deus reafirma a liderança masculina (Gen 3.6,16).
B – O TESTEMUNHO DO VELHO TESTAMENTO
4. A direção espiritual no Antigo Testamento foi sempre praticada por homens (sacerdotes, levitas e reis). Profetisas como Débora, Miriã, Hulda ou Ester tiveram atividades de comando, mas nunca lideraram o culto nem a nação espiritualmente.
5. O sacerdócio levítico era exclusivamente masculino.
C – O EXEMPLO DE JESUS E DOS APÓSTOLOS
6. Jesus só escolheu homens como apóstolos (Mat 10.1-4). A igreja está fundada sobre a doutrina dos apóstolos e profetas (homens) Ef 2.20 – Apoc 21.14.
7. Muitas mulheres seguiam Jesus, mas nunca tiveram um ministério pastoral.
D – O ENSINO DA IGREJA
8. O Espírito Santo através de Paulo proíbe expressamente que a mulher ensine ou exerça autoridade sobre o homem (1Tim 2.12), com base na criação, não na cultura.
9. As qualificações dos presbíteros são claramente masculinas: “marido de uma só mulher” (1Tm 3.1-7; Tito 1.5-9).
10. O governo das igrejas neotestamentárias foi sempre exercido por homens.
11. O discipulado feminino é não é estimulado para a autoridade cultual, (Tito 2.3-5).
12. O presbítero na igreja local, representa Cristo e não a mulher (esta representa o homem (Ef 5.23; 2Co 11.2).
13. A direção eclesiástica reflete a direção do homem no lar (Ef 5.22-24; 1Tm 3.15).
14. A Igreja do Senhor Jesus nunca reconheceu mulheres como pastoras/Presbiteras, com a exceção dos últimos tempos, mas fora do contexto bíblico.
E – NOTAS FINAIS
15- O pastorado feminino contraria os papéis de género estabelecidos na criação e promove divisões na igreja além da deformação da autoridade bíblica.
16. A mulher pode servir a Deus, guiada pelo Espírito Santo, dentro dos princípios bíblicos, no ministério de ensino a outras mulheres, crianças, atividades sociais da igreja, etc.
RESUMO
Todos os que são salvos e se tornam Filhos de Deus são chamados para servir O Senhor e uns aos outros.
No entanto NÃO há ensino bíblico para as mulheres servirem na área do ensino e em cargos do governo da igreja, pois esse ministério é dado exclusivamente ao homem. (1 Tm 2.12).
As mulheres piedosas e que amam servir a Deus podem orar, dar testemunho no lar, na escola, no emprego e até culto congregacional, desde que não assumam responsabilidades que a maioria das pessoas desse ambiente associam a deveres dados por Deus a homens.
Embora tanto homens como mulheres tenham capacidades dadas pelo Espirito de Deus para o serviço na igreja, o ofício de bispo ou presbítero é limitado a homens qualificados pela Escritura (1 Tm 2.11-14; 3.2; Ef 5.22-33; 5.17; 1 Co 11.3, 8-9; 14.34).
A Bíblia ensina que assim como maridos e pais devem exercer liderança na sua família humana, homens sábios e maduros devem ser reconhecidos como anciãos ou diáconos na igreja depois de serem nomeados pelo Espirito Santo (1Tm 3.1-7).
A Palavra de Deus mostra um papel especialmente importante para as mulheres maduras (1Tm 5.9-16; Tt 2.3-5). Como mães sábias da palavra, devem instruir seus filhos e suas amigas nas sagradas escrituras.
As mulheres não podem ser presbíteras porque esse papel não se harmoniza com as relações gerais entre homens e mulheres no casamento. Portanto, as diferenças entre homens e mulheres no contexto do casamento e da família são transpostas para diferenças nos papéis que homens e mulheres podem desempenhar na igreja.
O Senhor não deu mandamentos para punir as mulheres, mas para que possam servi-lo com alegria segundo a Sua vontade. O Novo Testamento, manifestam o valor e a dignidade, igualmente altos, que Deus atribuiu aos papéis dos homens e das mulheres (Gl 3.28). Ambos são co-herdeiros da graça da vida (1Pe 3.7). A ambos é dado um papel indispensável na realização dos propósitos últimos de Deus.
No Novo Testamento não há registo de mulheres que sejam “pastores e mestres” ou “presbíteros”, ou que transmitam a mensagem nos serviços de culto público”
É verdade que mulheres serviram como profetas no Velho Testamento, mas nunca como sacerdotisas ordenadas.
Além disso, 1 Coríntios 11.2-16 mostra que, ao profetizarem (falar), se adornam de tal maneira que demonstram estar submissas ao ensino de Deus (1Co 11.5). Paulo proíbe que mulheres preguem publicamente e ensinem a Palavra de Deus quando a igreja está reunida no culto público. Esse trabalho pertence aos presbíteros da igreja (ver 1Tm 3.2; 4.11–16).
Paulo confia autoridade espiritual aos presbíteros da igreja, homens qualificados que tenham demonstrado serem governantes competentes de suas próprias famílias (ver 1Tm 3.5). Podemos resumir a proibição de Paulo no versículo 12 desta forma: mulheres não são permitidas a ocupar o ofício ou exercer as funções de um presbítero na igreja.
O texto de 1 Timóteo 2.11-15 não é o único texto que exige um papel diferente para homens e mulheres na igreja. Em 1 Coríntios 14.33-36, Paulo ensina que as mulheres não devem falar na igreja (Apresentar cultos, preh«gar/ensino). O princípio de 1 Coríntios 14.33-36 é que as mulheres não devem falar de tal maneira que se rebelem contra o governo masculino ou tomem para si autoridade indevida, e este princípio corresponde com o ensino de 1 Timóteo 2.11-15 de que as mulheres não devem exercer o ensino revestido de autoridade sobre os homens quando a igreja estiver reunida para o culto público.
Nenhuma igreja, convenção ou concílio eclesiástico, argumentando a partir das mudanças sociais e culturais do tempo presente, tem autoridade para ir além das Sagradas Escrituras, ou contradizê-la, ordenando mulheres como presbíteras, pastoras ou episcopisas.
A negligência ou o abandono destes princípios conduzirá a consequências cada vez mais destrutivas nas famílias, igreja e na cultura cristã em geral.
