A mulher pode ensinar na Igreja?
15 mensões biblicas, que conferem proibição da mulher ensinar a Igreja:
Analisemos, em principio 15 mensões biblicas, que conferem a limitação e proibição da mulher ensinar a Igreja:
1. Na criação, Deus estabeleceu o homem como cabeça e a mulher como auxiliadora (Gen 2.18). A Autoridade é o homem não a mulher.
2. O marido é “o cabeça da mulher” segundo o ensino de Paulo. (Ef 5.23) Por isso a mulher não pode ser “o cabeça do homem” logo na igreja não pode ser cabeça do marido;
3. Temos o exemplo no Antigo Testamento em que os sacerdotes eram responsáveis do ensino da Lei ao povo (Lev 10.11, Mal 2.7) e nunca houve sacerdotisas em Israel;
4. Na verdade temos mulheres profetisas na Bíblia,no entanto elas não faziam a função do profeta. Débora (Juiz 4.6), Miriã (Ex 15.20,21) e Hulda (2Rs 22.14) profetizaram, mas não exerceram ensino diante do povo; Na Igreja não temos profetisas (Rom 12.6,7; 1Cor 12.28,29 e Ef 4.11);
5. Temos o exemplo no Antigo Testamento da chamada de responsabilidade do homem: Baraque. Quando este insistia na presença de Débora, ela o repreendeu para que ele assumisse sua função de cabeça (Juiz 4.9); Nesta história de Débora, a palavra “julgava” (shaphat) não significa governar nem ensinar. Convém lembrar que Débora não liderou a batalha, foi Baraque. Por isso, ele é referido e Débora omitida (1Sm 12.11; Hb 11.32);
6. O ensino foi reservado aos homens (1Tim 1.12, 3.2, Tito 1.6);
7. Apesar de muitas mulheres seguirem a Jesus (Mt 27.55), Jesus só escolheu homens para apóstolos, e Jesus não tinha preconceitos, Ele era cumpridor dos desígnios do Pai.;
8. Os apóstolos escolheram Matias para o lugar de Judas (Atos 1.23);
9. Na escolha dos diáconos para cuidar das viúvas (mulheres) Não foram escolhidas mulheres mas homens. (At 6.3);
10. Paulo escreveu aos coríntios o padrão bíblico: o marido é o cabeça do lar, (logo tem a autoridade sobre a mulher); Cristo é o cabeça da Igreja e Deus Pai é o cabeça de Cristo (1Cor 11.3)
11. A ideia que o “pastor” ou “presbítero” pode delegar na mulher o ensino debaixo da autoridade dele é falacioso. Deus não deu esse poder que é desobediência bíblica (Gal 1.8);
12. O argumento de Gálatas 3.28 “Para Cristo não há judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher” não trata de autoridade na igreja local (ensino, pois neste caso Deus não faz acepção de pessoas quanto à aquisição da salvação.;
13. O ensino divino é que as mulheres devem aprender em silêncio, com toda a submissão (1Tim 2.11);
14. O bispo ou presbítero, “apto para ensinar é masculino,” pois tem de ser “marido de uma só mulher”, (1Tim 3.2); (1Tim 5.17); (2Tm 2.24,25);
15. Os ”anjos” das cartas do Apocalipse eram homens. Os pronomes estão todos no masculino (Apoc 2.1,8,12,18, 3.1,7,14);
CONCLUSÃO
1 Cor. 14: 33.35 “Como em todas as igrejas dos santos, conservem-se as mulheres caladas nas igrejas, porque não lhes é permitido falar; mas estejam submissas como também a lei o determina. Se, porém, querem aprender alguma cousa, interroguem, em casa, a seu próprio marido; porque para a mulher é vergonhoso falar na igreja”.
1 Cor. 11.3 “Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo” .
1 Tim. 2.11-12 “ A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio”.
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Quando o Apóstolo Paulo diz aos coríntios, no âmbito da ordem em igreja, que “Todos podeis profetizar”, ele logo apresenta condições limitativas, para que o termo “todos” exclua algumas pessoas naturalmente (1 Coríntios 14:30-32).
- Quando Paulo diz que “Todos” podem contribuir, ele não está a dar livre trânsito para que toda a congregação fale o que lhe vier à cabeça por meio do emocionalismo e desejo pessoal de contribuição. Nada disto! (Imagine-se a confusão que seria, e Paulo, neste contexto, logo diz que o nosso Deus não é Deus de confusão – 1 Coríntios 14:33). O termo “Todos” refere-se a todos que tenham legitimidade para o fazer. Note-se o que Paulo diz aqui:
“Mas, se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro. Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que todos aprendam, e todos sejam consolados. E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas.” (1 Coríntios 14:30-32). - Então, quem tem legitimidade para o fazer?
Paulo diz: “todos podereis profetizar, uns depois dos outros”, mas isto não se compreende serem propriamente todos no sentido inclusivo de referir literalmente toda a gente, pois ele começa logo a seguir a identificar condições para isso; condições essas que apresentam restrições de forma acompreender “TODOS” como “ALGUNS” somente.
Primeiro, diz que “Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas”. Significa que para “profetizar” (anunciar a verdade revelada pelo Espírito de Deus), é preciso ter “espírito de profeta”, ou seja, é preciso ser alguém com o conhecimento firmado e fiel na Palavra (visto que esta é a única fonte de revelação direta atual por onde Deus nos conduz à Verdade), e provado e aprovado pela Igreja como tal. Alguém que demonstre ter o conhecimento legítimo para o fazer, e que, quando o faz, a igreja é realmente edificada. Contribuições inúteis, desmedidas, intrusórias e aleatórias deverão ser veemente rejeitadas.
Ou seja, se alguém não é reconhecido por ter “Espírito de profeta”, essa pessoa deve ficar calada, como Paulo refere que deve estar alguém cuja contribuição não seja edificante e/ou legítima (1 Coríntios 14:28). Se a ideia em mente for em reverência por meio de ordem e bom senso, o Espírito dirá quem tem legitimidade para o fazer.
Contudo, existe um corpo congregado que sabe a função de cada um e a extensão da legitimidade de cada um também na aplicação dos dons.
Existe logo de seguida uma segunda condição que exclui automaticamente do termo “Todos” algumas pessoas.
Paulo diz que às mulheres não lhes é “permitido falar”, o que apresenta uma condição de negação ao direito de “Profetizar” (ensinar, expor em pensamento, revelar com autoridade) na Igreja.
Então, “Todos” inclui somente homens por regime de exclusão de partes, e, dentro dos homens, somente aqueles que têm legitimidade e conhecimento aprovado para o fazer (os homens que não têm, devem ficar calados também). Crentes em quem habita o Espírito Santo que não têm senso comum dão sempre um péssimo testemunho, acabando inevitavelmente por se tornarem inconvenientes ao ponto até de escandalizar a Igreja. A Bíblia é clara que isto não vem de Deus (Mateus 18:7).
- Mas onde é que não é permitido às mulheres falar e profetizar? Em todo o lado? Claro que não! O versículo é claro: “Nas igrejas”!
Esta ordem é somente para as Igrejas de Corinto? Não! Pois o versículo anterior especifica: “como em todas as igrejas dos santos.” (1 Coríntios 14:33), no contexto das admoestações ali dirigidas.
Deus não tem mandamentos para serem obedecidos somente num determinado local.
Nós sabemos que as mulheres podem orar, profetizar, fora da igreja, e isso é bastante evidente noutras passagens bíblicas, incluindo na própria carta de Paulo aos coríntios uns capítulos atrás (1 Coríntios 11:5).
Paulo não se estava a contradizer, mas estava simplesmente a delimitar restrições dentro da Igreja, onde deve existir uma ordem excepcional em regime de culto.
Porque existe uma “sensibilidade” cultural para acharmos ofensivo ou discriminatório algo ser negado a mulheres simplesmente baseado no facto do seu género sexual, convém referir que Paulo não era “machista”, assim como esta ordem não tem nenhuma intenção de inferiorizar ninguém, muito menos todas as mulheres em particular. A Palavra é clara que diante de Deus, como Filhos, somos todos iguais:
“Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.” (Gálatas 3:28).
Esta ordem é dada somente a “Mulheres convertidas” a um Deus e às Leis de um Reino que não é deste mundo, portanto a cultura do mundo não tem peso sobre a realidade interna de um corpo espiritual como a Igreja. Dentro da Igreja congregada, é as Leis do Reino de Deus que prevalecem; não devemos trazer a cultura do mundo para dentro da Igreja, pois claramente que são diametralmente opostas em natureza.
Desde o Éden que a mulher foi tornada o “alvo” preferido de Satanás, ao ponto de Deus afirmar a Satanás que colocou uma natural inimizade entre ambos: “E porei inimizade entre ti e a mulher” (Gênesis 3:15), por Eva ter caído em tentação e ter levado consigo Adão pelo caminho da desobediência. Satanás não escolheu Adão como alvo para o engodo da mentira, mas Eva, pois ela foi feita a partir de Adão para o completar (Gênesis 2:18) (Gênesis 2:23); Satanás viu isto como uma potencial “fraqueza” e ainda hoje ele persegue a Mulher através da emoção.
Claro que homens também podem ser “emocionais” ao ponto de serem usados igualmente pelo Diabo, contudo, foi entre a Serpente e a Mulher que a inimizade foi colocada por Deus!
Por isso, Paulo diz na carta a Timóteo, justificando sua ordem de restringir a mulher de falar e ensinar na igreja, o seguinte: “Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.” (1 Timóteo 2:13-14). Ainda diz mais: “Mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras. A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio.” (1 Timóteo 2:10-12).
Paulo é claro ao dizer que “(como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus)”, ou seja, a mulheres que se professam Cristãs, tementes a Deus, que convenha estarem em silêncio e sujeição.
Esta ordenança de Paulo (vinda de Deus, é claro, pois sabemos que todo o conteúdo bíblico é inspirado pela mente de Deus) visa a sujeição da Mulher segundo os princípios de ordem de que Deus é a cabeça de Cristo; Cristo a cabeça do Homem, e o Homem a cabeça da mulher (1 Coríntios 11:3).
Aliás, Paulo deixa bem claro que esta posição não é uma “opinião pessoal” dele ao dizer: “Se alguém cuida ser profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor.” (1 Coríntios 14:37).
Quem não obedece a estas palavras está em direta rebeldia contra a mente de Deus e Sua expressa vontade.
O Termo “MANDAMENTO DO SENHOR” devia imediatamente demover qualquer mulher bíblica a receber a ordem com reverência e humildade, sabendo que o incumprimento de tal ordem é escândalo para a igreja congregada, e afronta direta ao Deus eterno que assim o determinou.
Quem não obedece a estas palavras está em direta rebeldia contra a mente de Deus e Sua expressa vontade. Se só houvesse 1 singular ocasião de Paulo refrear as Mulheres a “falar” dentro do formato de culto reunido em Igreja, podíamos entender isto como um caso excepcional, contudo Paulo reforça a Timóteo este mesmo princípio e di-lo em tom de Autoridade, o que nos indica sem dúvida que não há como apontar as referências aos coríntios debaixo do título “excepcional”.
Mas esta vontade de Deus de reprimir a Mulher de ter participação ativa na Igreja resume-se a quê propriamente? Esta vontade é exclusiva ao Novo Testamento?
Primeiro, é claro que Deus não reprime a Mulher como inferior em coisa alguma. Convém ter sempre em mente: “Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.” (Gálatas 3:26-28).
A ordem de ter a mulher em silêncio visa a sujeição, como modelo de hierarquia. Porque Deus faz isto? Primeiro, porque, como já vimos, a mulher e o homem, logo no Éden, ao caírem do estatuto que tinham perante Deus, foram amaldiçoados, e Deus, assumindo Sua autoridade, atribuiu tanto ao Homem como à Mulher castigos diretos; à Mulher, contudo (e esta é a razão da ordem do silêncio imposta), foi aplicado o castigo da dor na concepção, e a sujeição em posição de submissão ao domínio do Homem: “E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.” (Gênesis 3:16).
Qualquer mulher que tenha um grande problema em aceitar esta realidade tem um grande problema direto com sujeição, e um grande problema também com a autoridade da Vontade de Deus em atribuir este castigo. O problema não é indignação por injustiça, ou desonra da parte de Deus, ou um atentado aos direitos humanos das mulheres; o problema é FALTA DE SUJEIÇÃO; ora, a falta de sujeição é rebeldia; a mesma rebeldia que levou Eva a comer do fruto da árvore proibida; (fica óbvio que ainda hoje, todas as mulheres têm de lutar contra a Eva interior, como cruz a carregar).
Todos nós carregamos cruzes de igual natureza, e Deus pede de cada um de nós que carregue a sua (Mateus 10:38) (Lucas 9:23).
O problema aqui em questão não é a “igualdade” em querer uma cruz igual; o problema não está na cruz, mas na conformidade em alguém saber que tem de carregar a cruz que lhe é imposta.
Se formos transportados até ao Velho Testamento, comprovamos que decididamente as mulheres já haviam naquele tempo tomado um papel silencioso e ausente no que diz respeito à participação da “adoração” no templo em Jerusalém. Também vemos que quando Deus deu diretrizes específicas ao seu povo para a construção da tenda da congregação, não vemos uma única mulher incluída naquelas tarefas. Isto não eram “ordens de homens” machistas, mas a expressa vontade de Deus. Deus deu instruções ao detalhe de tudo quanto havia de ser feito, e não deu a mulher alguma nenhum papel a desempenhar. Até o cozer, pespontar e reparar da tenda da congregação (um trabalho que seria sem dúvida mais bem desempenhado por mulheres hábeis nesses papéis), havia sido dado exclusivamente a homens entre os 20 e os 50 anos. Aos Homens foi dada a responsabilidade de fazer todas as vestes sacerdotais, incluindo as do Sumo-sacerdote; foi também dado o trabalho de artífice de bordar em ouro, construir os utensílios, e todos os objetos respectivos para a obra que Deus lhes havia designado (Êxodo 28:1-3) (Êxodo 28:15) (Êxodo 35:4-19) (Êxodo 39:1).
Vemos que mulheres participaram na oferta dos recursos juntamente com o povo (Êxodo 35:21-29), mas a obra de executar as tarefas, apenas Homens distintos recebiam do Senhor (Êxodo 35:30-35).
O apóstolo Paulo deixa claro que não era permitido às mulheres falarem na igreja por ser vergonhoso (1 Coríntios 14:35), e não que a liberdade da mulher necessitava de ser reprimida em relação aos homens, somente por serem mulheres. O termo grego traduzido por vergonhoso é αισκρος (aischros); um termo que é usado comumente para falar de algo “extremamente sujo”, “baixo”, “desonroso”, de onde vamos buscar a ideia de “asqueroso” ou “repulsivo”, de forma a mostrar que é algo bastante desagradável de se ver dentro da igreja congregada em formato de culto. E isto porque não agrada a Deus que tem em memória Eva persuadindo Adão a comer da árvore proibida.
(em grego original)
EI DE TI MATHEIN THELOUSIN (e, se querem aprender alguma coisa) EN OIKÔ TOUS IDIOUS ANDRAS (interroguem em casa a seus próprios maridos) EPERÔTATÔSAN AISKHRON (Porque é vergonhoso) GAR ESTIN GUNAIKI (que as mulheres) LALEIN EN EKKLÊSIA (Falem na Igreja).
λαλέω ou -LALEIN- é o verbo usado aqui para referir a ideia de “falar”; Lalein é sinónimo de “Lego” (apresentar diante de; representar em palavras) que aqui usado no tempo “Infinitivo” expressa exatamente a ideia de: falar abertamente, proferir palavras; discursar, dizer, pregar, proclamar, dirigir ou comunicar ideias; conversar; uma extensa forma de arranjar pensamentos em discurso.
Veja 2 outras aplicações diretas desta palavra (lalein no grego original) segundo os mesmos propósitos usada noutras passagens:
E, entrando num dos barcos, que era o de Simão, pediu-lhe que o afastasse um pouco da terra; e, assentando-se, ensinava do barco a multidão. E, quando acabou de falar, disse a Simão: Faze-te ao mar alto, e lançai as vossas redes para pescar. (Lucas 5:3-4).
(Repare-se que no versículo 3 diretamente revela que o termo “Falar” do versículo 4 estava associado ao ato de “ensinar”).
Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém. (1 Pedro 4:10-11).
(Outro pormenor interessante do termo “Lalein” é que atribui ao ato de falar uma ação de “Autoridade” ou “convicção”, razão pela qual a mulher é refreada de falar dentro da Igreja congregada em culto e somente aí). Por isso Paulo vai ao detalhe de referir: “que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido” (1 Timóteo 2:12); a punição de Deus a Eva ainda hoje perdura nas mulheres, assim como a maldição entregue ao homem naquele contexto também persiste.
Paulo já no fim do capítulo remata:
Se alguém cuida ser profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor. Mas, se alguém ignora isto, que ignore. Portanto, irmãos, procurai, com zelo, profetizar, e não proibais falar línguas. Mas faça-se tudo decentemente e com ordem. (1 Coríntios 14:37-40).
Se devemos procurar profetizar com Zelo, então devemos atender à Vontade e ordem do Senhor a respeito de como fazê-lo. Se alguém considera a autoridade do Senhor, tem de considerar que a mulher deve ficar calada. Nenhum feminismo ou movimento do pensamento moderno podem desconstruir ou relativizar a vontade de Deus que está em vigor. Qualquer mulher cristã que tenha o Espírito Santo, sabe que é amada por Deus em primeiro lugar e que é amada dentro das igrejas dos santos, e respeitada, e honrada, e valorizada; não é porque uma mulher deve ficar calada no culto que aquilo que ela poderia dizer fosse mais ou menos importante ou correto; a ordem não tem a ver propriamente com o que a mulher pode ou não pode dizer de valioso, mas naquilo que DEUS DISSE que vale muito mais.
EI TIS DOKEI PROPHÊTÊS EINAI (Se alguém cuida ser profeta) Ê PNEUMATIKOS (ou espiritual) EPIGINÔSKETÔ A GRAPHÔ UMIN OTI (reconheça que as coisas que vos escrevo) KURIOU ESTIN ENTOLÊ (são mandamentos do Senhor.)
Entolé: uma injunção, ordem, comando.
Palavra original: ἐντολή, ῆς, ἡ.
Uso: uma ordenança ou Lei a cumprir; usada como intenção de “chegar ao fim; consumação; cumprimento; focado no resultado final de um mandamento. Depreende a ação direta de Ouvir e cumprir.
“KURIOU” vem de Kyrios (Senhor), portanto é uma ordem direta do Senhor, e não de Paulo. Se alguém chama Paulo de “Machista”, é a Cristo que o chama.
A Autoridade deste “Senhor” ao qual devemos obedecer aqui descrito é melhor compreendida uns capítulos atrás quando Paulo diz:
ALL ÊMIN EIS THEOS O PATÊR (Todavia para nós há um só Deus, O Pai) EX OU TA PANTA KAI ÊMEIS EIS AUTON (de quem é tudo e para quem nós vivemos;) KAI EIS KURIOS IÊSOUS KHRISTOS (e um só Senhor, Jesus Cristo) DI OU TA PANTA KAI ÊMEIS DI AUTOU (pelo qual são todas as coisas, e nós por Ele) (1 Coríntios 8:6).
As palavras de Jesus ecoam nos ouvidos…
E por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo? (Lucas 6:46).
Adaptado por Samuel Pereira
